quinta-feira, 26 de abril de 2012

Vingança


Uma arma na cabeça de outro

De repente, minhas mãos sujas de sangue

Vivo lamentando, por não ter feito nada

O filho da puta, mato minha namorada...



Armado até os dentes, estou contente

Eu vou é me vingar

Ele vai aprender a dançar

Para a culpa passar...



Mais não sei por que

Vejo os olhos dele e a raiva some

Agora já sei, uma morte não justifica outra

Ele vai pagar é com o tempo...

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